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  • Foto do escritorViviane Campos

2023 encerra com 733 premiações


Rótulos brasileiros batem novo recorde. Vinhos estão na frente dos espumantes com 65%

 


Já se tornou uma convenção dizer que o Brasil é o país dos espumantes. Mas nos últimos anos, quem vem liderando o ranking de premiações internacionais são os vinhos tranquilos. O número de medalhas avança a goles de comemoração tanto em espumantes quanto em vinhos, o que comprova que o reconhecimento mundial não faz distinção no tipo de produto que o Brasil elabora. Das 733 premiações alcançadas em 21 concursos, 471 foram concedidas para vinhos e 262 para espumantes. O maior número, 223, veio da Inglaterra

 

O reconhecimento veio da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Croácia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Inglaterra, Portugal e Suíça. As 335 Medalhas de Ouro representam a maior expressão, seguidas pelas 165 de Bronze e 128 de Prata. Mas também tiveram 18 prêmios especiais, 14 Ouro Duplo, 31 Gran Ouro e 42 Menções Honrosas.

 

Para o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Ricardo Morari, este reconhecimento é fruto da evolução da produção nacional. “Nos últimos anos, o vinho brasileiro evoluiu consideravelmente. Muito se deve aos investimentos no manejo dos vinhedos e em tecnologias de elaboração, mas também é importante destacar os importantes avanços em relação ao conhecimento em torno das particularidades de cada terroir. As vinícolas, enólogos e engenheiros agrônomos estão de parabéns. Cada vez mais, a qualidade dos nossos vinhos e espumantes é reconhecida mundialmente”.

 

Prêmios por países

Argentina – 84

Brasil - 172

Canadá - 10

Chile – 32

Croácia - 12

Espanha – 19

França - 97

Grécia – 34

Hungria - 11

Inglaterra – 223

Itália – 22

Portugal - 15

Suíça – 2

TOTAL – 733


Foto: Divulgação ABE

Ricardo Morari, presidente da ABE

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